Viva o Digital Learning!

Por o 14 Outubro 2016

A CEGOC foi pioneira do e-learning em Portugal e iniciou um caminho, ainda no final do século XX, progredindo do e-learning para um novo patamar: o Digital Learning. Neste artigo, conheça a abordagem pedagógica de Digital Learning, assente em 5 princípios.

 

O e-learning morreu? Viva o Digital Learning!

 

 

A globalização e a evolução digital têm um impacto notório e significativo nas nossas vidas e a forma como aprendemos não é exceção. E-learning, b-learning, MOOCs, tornaram-se expressões comuns no setor do ensino e formação profissional.

 

Do e-learning ao Digital Learning…

Na formação profissional, muitas empresas apostaram no e-learning como forma de flexibilizar as suas ofertas formativas, reduzir custos e chegar a um número mais alargado de colaboradores.

Porém, o termo “e-learning” ficou colado a uma experiência formativa algo morosa e por vezes até enfadonha, composta apenas por módulos para autoaprendizagem que, em muitos casos, pouco valor acrescentavam aos meios tradicionais de formação e menos ainda aos processos de desenvolvimento individual.

A Cegoc desde cedo procurou “romper” com este padrão e ir mais além.

Como pioneiros do e-learning em Portugal, sempre nos empenhamos para que este fosse mais que uma simples transposição de conteúdos para suportes digitais. É assim que o caminho iniciado ainda no final do século XX, progrediu do e-learning e permitiu-nos chegar a um novo patamar: o Digital Learning.

Mais do que uma simples mudança do termo, esta alteração alarga os horizontes limitados do e-learning. Na nossa visão, um processo de Digital Learning integra de forma harmoniosa, todo um conjunto de conteúdos e serviços digitais que permitem ao formando enriquecer o seu processo de aprendizagem e no contexto de uma comunidade, explorar novas formas de consolidar o que aprendeu.

 

Digital Learningabordagem pedagógica assente em 5 princípios

No âmbito da estratégia de Digital Transformation do Grupo Cegos, o Digital Learning marca para a Cegoc o início de uma nova abordagem pedagógica assente em 5 princípios:

1. Mind the gap!

Um dos eixos desta abordagem é diminuir o gap entre o Saber e o Fazer, através de um maior foco na transferência do conhecimento para a prática profissional.

 2. Save the trees.

Deixámos o papel, não apenas para reduzir custos, mas também, para oferecer aos nossos clientes e formandos todas as vantagens em termos de interatividade, atualização e acessibilidade aos conteúdos que resultam do recurso a suportes digitais.

3. Go mobile!

Privilegiamos a mobilidade através de uma oferta que permite o acesso a conteúdos e serviços em diversos dispositivos (smartphone, tablet, PC), com ou sem ligação permanente à Web.

4. Less is more.

Apostamos no microlearning e no rapid learning como meios de promover um tipo de aprendizagem absolutamente focada e por isso mais eficaz.

5. Glocal: go global, stay local!

A Cegoc, por estar integrada no Grupo internacional Cegos, acumulou ao longo dos seus 53 anos de história, uma experiência significativa na conceção e implementação de projetos internacionais de excelência. Porque ouvimos e respeitamos as especificidades locais e culturais dos nossos clientes e formandos, pudemos conceber soluções globais com sabor local.

 

Estratégia de Digital Learning

O Digital Learning enquadra-se perfeitamente no nosso dia-a-dia profissional: acompanha o ritmo acelerado da transformação dos mercados, permite encurtar a curva de aprendizagem e, pela sua flexibilidade, possibilita ao formando um acesso mais conveniente e económico a conteúdos e processos de desenvolvimento à medida.

Perante todas estas vantagens porque não complementar a aprendizagem tradicional, em sala, com uma estratégia de Digital Learning?

É precisamente neste sentido que a Cegoc tem vindo a redesenhar as suas soluções. Procuramos integrar atividades em sala com soluções digitais a fim de transformar os processos de desenvolvimento das pessoais nas organizações, tornando-as mais audazes e competentes para enfrentarem hoje e no futuro os seus desafios mais significativos.

 


Artigo originalmente publicado na Revista Human de fevereiro de 2016.

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