Horto do Campo Grande: há 40 anos a tornar Portugal (e o mundo) mais verde

Por o 26 Junho 2019

As flores e plantas são capazes de tornar os espaços e os eventos mais acolhedores e especiais. Mas sabia que a sua presença proporciona ambientes com menores níveis de humidade e contaminação, capazes de eliminar o ruído, o stress e aumentar a produtividade? O Horto do Campo Grande sabe disso há já 40 anos, sendo especialista em oferecer as melhores soluções para decoração, conceção, construção e manutenção de jardins e espaços verdes, quer em casa ou em ambiente de escritório.

Em entrevista, Pedro Pulido Valente, Diretor Comercial do Horto do Campo Grande, garante que a “humanização” dos espaços através das plantas é uma tendência – sobretudo a nível corporativo, sendo hoje “quase impossível encontrar um escritório, Hotel ou Banco que nas suas áreas de trabalho ou atendimento não tenha plantas”.

Conheça um pouco da história do Horto do Campo Grande, um dos Partners da CEGOC no âmbito do Business Transformation Summit.

 

 

– No mundo em aceleração que vivemos, a tendência é procurar a calma e a tranquilidade, o mindfullness e a Natureza. Como é que o Horto do Campo Grande leva a cabo a sua missão de aproximar a Natureza das pessoas?

 

Pedro Pulido Valente (PPV): O Horto do Campo Grande, fundado em 1979, viveu um grande desenvolvimento na década de 80, uma época pós 25 de Abril, em que foram criadas muitas empresas que pretendiam humanizar os seus espaços através da colocação de plantas de interior.

Com essa procura institucional grande mas, muitas vezes sem capacidade financeira para efetuar aquisição dessas plantas, o Horto do Campo Grande foi pioneiro do serviço de aluguer e manutenção de plantas de interior que, através de uma avença mensal fixa permitiu a muitas dessas empresas o acesso a essas decorações em regime de aluguer (incluindo a manutenção e a substituição de plantas sempre que necessário), sem a necessidade de fazerem um grande investimento inicial. Um serviço que pelas suas características continua a ser muito procurado.

Obviamente que neste 40 anos de existência fomos pioneiros noutros serviços também e somos hoje, com 4 Centros de Jardinagem e duas lojas um dos líderes no mercado da Jardinagem em Portugal.

Hoje assiste-se à tendência dos jardins verticais. Naturais, artificiais, no exterior ou no interior, os jardins já não estão limitados ao chão e eles tomam as paredes das nossas casas, escritórios e espaços comerciais. São barreiras sonoras, isolamentos acústicos e acima de tudo uma ligação do homem com a natureza.

 

– Muitos estudos, incluindo da NASA, apontam para os vários benefícios da presença de plantas em casa e no escritório (propiciam ambiente mais alegre e calmo, ajudam a purificar o ar, a moderar a humidade, reduzem o stress…). Quais são as tendências do mercado neste sentido?

 

PPV: Como indica, existem vários estudos, tanto feitos na América como na Europa, que demonstram a capacidade das plantas eliminarem uma grande quantidade de substâncias químicas existentes no ar interior das nossas casas e nos locais onde trabalhamos. Substâncias que podem causar doenças das vias respiratórias, nomeadamente asma.

Mas, como diz ainda, as plantas no interior não ficam só pela limpeza química do ar que respiramos. Uma simples planta pode ajudar a controlar também a poluição sonora e eliminar muitos dos ruídos que nos incomodam quando pretendemos trabalhar ou descansar, reduzindo a tensão e ajudando a relaxar. Estudo feitos na Europa provam ainda que a introdução de plantas em ambientes de trabalho ajuda os trabalhadores a manter o foco e pode aumentar a sua produtividade até mais 12%.

O estudo desses benefícios não é ignorado pelo mundo corporativo e hoje em dia é quase impossível encontrar um escritório, Hotel ou Banco que nas suas áreas de trabalho ou atendimento não tenha plantas.

 

– Como é que o Horto do Campo Grande tem acelerado a sua performance digital nos últimos anos?

 

PPV: Não só nos seus serviços de jardinagem como também no seu BackOffice, o Horto do Campo Grande foi sempre pioneiro. Em 1992, uma altura em que muitas empresas usavam ainda máquinas de escrever mecânicas, as nossas comunicações e departamentos foram estruturados e comunicavam em cima de uma rede Novell, com computadores IBM que não tinham discos rígidos e custavam uma pequena fortuna. Na altura, era a nível tecnológico o que melhor se fazia.

Já em 2005, fomos uma das primeiras empresas portuguesas (a par com o Metro de Lisboa), a usar uma rede Windows NT e a ter site na Internet com loja eletrónica. Loja que acabámos por descontinuar porque o mercado ainda não estava maduro para isso…  Nesse ano, tivemos apenas 11 encomendas.

No ano passado, entrámos mais a sério no e-commerce e, para além de estabelecemos uma parceria com a Worten para estar no seu Marketplace em Portugal e Espanha, reabrimos também a nossa loja de comércio eletrónica. As encomendas já são bastante interessantes mas, por questões logísticas temos ainda um número limitado de artigos (flores e bonsai). Prevemos ainda este ano iniciar a venda também de plantas e outros acessórios, nomeadamente floreiras em aço, feitas na medida e cor que o cliente nos indicar.

Hoje, num ambiente de negócios global e competitivo, onde o mercado é definido por uma qualquer pessoa com um dispositivo ligado à Internet, os recursos efetivos que dispomos vão desde as normais ferramentas de arquitetura digital ou de gestão de frota, a Servidores e redes de fibra empresarial, que centralizam em tempo real toda a informação necessária à gestão comercial, sempre numa lógica de proporcionar aos nossos clientes os melhores produtos, ao melhor preço, mantendo os mais elevados níveis de serviço e resultados de excelência.

 

– O tema do Business Transformation Summit deste ano é precisamente a Aceleração. Por que é que decidiram juntar-se à CEGOC como Partners e quais as principais mais-valias desta parceria para o Horto do Campo Grande?

 

PPV: As parcerias são uma importante ferramenta para as empresas que desejam um diferencial competitivo. Na realidade, as parcerias são instrumentos facilitadores e otimizadores para alcançar o sucesso organizacional.

Quando surgiu esta possibilidade de cooperação entre o Horto do Campo Grande, líder no mercado da Jardinagem e a CEGOC, empresa reconhecida internacionalmente como líder na área da formação e do desenvolvimento das pessoas em contexto organizacional, ela foi vista como uma parceria “win-win” com benefícios mútuos para as partes. Foi uma parceria natural.

 

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