Vitacress: origem, frescura, sabor, saúde… e muita paixão pela terra

Por o 8 Outubro 2019

É nas quintas da Vitacress que a combinação mágica de sementes, meio ambiente e conhecimento dá origem às melhores e mais sustentáveis colheitas. São 280 hectares de produção, 90% ao ar livre. Terras situadas entre o Sudoeste Alentejano e o Algarve temperadas pela brisa do mar e iluminadas pelo calor do sol, num lugar único em plena harmonia com a natureza.

Em entrevista, Nuno Crispim, Diretor de Marketing da Vitacress, explica a “Paixão pela Terra” que define a Vitacress e destaca como esta “tem vindo marcar pela diferença, introduzindo inovação num setor quase indiferenciado, seja pelo facto de ser uma empresa 100% nacional… seja pela introdução de novas folhas e vegetais como a salicórnia, a folha de mostarda ou as acelgas.”

Saiba mais sobre a Vitacress, um dos Partners da CEGOC no âmbito do Business Transformation Summit.

 

 

– A Vitacress trabalha em plena harmonia com a natureza – entre o Sudoeste Alentejano e o Algarve, “são 280 hectares de produção, 90% ao ar livre”, podemos ler no vosso site. A sustentabilidade é uma característica que está no ADN da Vitacress?

 

Nuno Crispim (NC): A Vitacress é uma empresa com integração vertical, englobando todas as fases desde a sementeira dos campos, à colheita, lavagem e embalamento, sendo a sustentabilidade de todas estas operações uma preocupação central no nosso dia a dia. Por exemplo, no campo dedicamos 10% da área total disponível para plantar faixas com flores que servem como chamariz para insetos, o que permitiu uma redução de 80% no uso de inseticidas nas nossas colheitas; nos campos de agrião tratamos e recirculamos a água para evitar o seu desperdício; no embalamento, apesar de não conseguirmos fugir ao uso de plástico, por se tratar de um produto pronto a comer, temos vindo a reduzir a espessura e o tamanho das embalagens.

Por outro lado, estamos em vias de triplicar a área de campo dedicada à produção de produtos biológicos, apostando em tecnologias que tratam os solos com vapor de água para controlar as ervas daninhas que tantas dores de cabeça dão neste tipo de produção. No fim do dia, o nosso objetivo é estar à altura do nosso lema: “Paixão pela Terra”.

 

– Verificam que os consumidores estão cada vez mais consciencializados para a necessidade de um estilo de vida mais saudável e sustentável? De que forma acompanham estas demandas e tendências?

 

NC: Portugal é um dos países da Europa que mais consome vegetais, incluindo-os em praticamente todas as refeições, seja na sopa, na salada ou mesmo usando vegetais como prato principal. Cada vez mais há uma preocupação com este tipo de produtos, essencialmente pela crescente consciencialização do chavão “somos o que comemos”, e para o português, se é verde, é saudável. Ainda assim, há dois tipos de produtos que demonstram crescimentos assinaláveis: os produtos lavados e prontos a consumir, pela sua conveniência e inovação vão em linha com a crescente urbanização da população; e os produtos biológicos, pela preocupação crescente com a naturalidade e sustentabilidade da alimentação.

Neste domínio a Vitacress tem vindo marcar pela diferença, introduzindo inovação num setor quase indiferenciado, seja pelo facto de ser uma empresa 100% nacional com campos banhados pelo sol do Alentejo e pela brisa atlântica, seja pela introdução de novas folhas e vegetais como a salicórnia, a folha de mostarda ou as acelgas.

 

– Como é que a Vitacress tem acelerado a sua performance digital nos últimos anos?

 

NC: A digitalização da Vitacress enquanto empresa é um processo contínuo, que ao nível operacional tem integrado todos os departamentos ligando por exemplo o planeamento aos tratoristas que estão hoje munidos com tablets que orientam o seu trabalho em tempo real, até aos agrónomos que dispõem de um drone para monitorizar as culturas.

Na comunicação também temos feito esforços para transmitir a diferenciação da marca aos consumidores, relançando o site da marca no início do ano e revendo a estratégia de comunicação nas redes sociais para as adaptar ao que de melhor se faz no mercado.

 

O tema do Business Transformation Summit de 2019 é precisamente a Aceleração. Por que é que decidiram juntar-se à CEGOC como Partners e quais as principais mais-valias desta parceria para a Vitacress?

 

NC: A Vitacress tem um interesse duplo neste evento: por um lado, é uma oportunidade de comunicar com pessoas que pertencem ao nosso target de uma forma mais próxima e qualitativa, trazendo um pouco das nossas quintas do Alentejo para o certame; por outro, é uma oportunidade para alguns dos decisores serem expostos às melhores práticas do momento para que possam ser inspirados a melhor cada vez mais as práticas internas.

Sendo nós um fabricante que quer manter e ampliar a presença da marca Vitacress num mercado extremamente competitivo e que prima pela indiferenciação, o foco na inovação e no acelerar de processos e iniciativas é um must… tal como a nossa salada Must, com folhas de mostarda. 🙂

 

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