Os três requisitos essenciais para um formando motivado e eficiente

Por o 19 Novembro 2020

Ao dia de hoje, os profissionais da área dos recursos humanos estão sob uma grande pressão para definir soluções de formação que tenham um impacto mensurável nos colaboradores, bem como eficácia, seja quanto a custos, seja ao nível de tempo.

É um desafio gigantesco que requer um espírito revolucionário, e a Cegoc, pioneira do e-learning em Portugal e na conceção de estratégias digitais aplicadas à formação, está à altura.

O que está a mudar, então?

Quando o digital learning surgiu, como uma plataforma viável na construção de competências, era comum considerar que o e-learning iria substituir as formas tradicionais de formação. Este método teve com toda a certeza impacto na forma como as pessoas melhoraram as suas skills, mas não substituiu na totalidade a aprendizagem face-to-face ou a aprendizagem on-the-job, nem é provável que isso aconteça tão cedo.

As empresas de formação usam muitas vezes um mix na formação, digital e presencial, também conhecida por “blended learning” – um conceito essencialmente tradicional, onde os participantes aparecem para um curso online e presencial, é-lhes ensinada uma nova competência ou conhecimento e depois regressam ao trabalho, onde colocam em prática o que aprenderam.

Mas este modelo poderá não ser 100% eficaz. Embora a passagem de conhecimento do formador para o participante seja passível de acontecer, há, regra geral, pouco acompanhamento ou incentivo para que esse conhecimento seja transferido para o local do trabalho. Na maioria dos casos, uma parte significativa da formação é esquecida no espaço de uma semana após a participação no percurso de aprendizagem.

Num contexto de aceleração tecnológica crescente, que traz consigo uma necessidade exponencial de encontrar pessoas capazes de navegar e operar com conforto nesta nova realidade digital da Economia 4.0, é fundamental que a formação acompanhe a própria realidade. E, neste contexto, o Digital Learning enquadra-se perfeitamente, trazendo inúmeros benefícios para as empresas: acompanha o ritmo acelerado da transformação tecnológica e digital dos mercados; permite encurtar a curva de aprendizagem e envolver os colaboradores; e, pela sua flexibilidade e capacidade de personalização, possibilita um acesso mais conveniente e económico a conteúdos e processos de desenvolvimento, ao ritmo e à medida das necessidades e objetivos de cada formando. Os participantes querem estar confiantes que a formação lhes traga, de alguma forma, uma robustez de conhecimentos, ajudando-os a tornarem-se mais eficientes e eficazes na sua função.

Para que isto possa acontecer, existem três fatores para se ser bem-sucedido:

Conveniência

O digital learning possibilita a formação em qualquer lugar, em qualquer altura e em qualquer dispositivo (ATAWAD). Não exige deslocações nem tira tempo à agenda de trabalho que tantas vezes está sobrecarregada, para além de possibilitar a interiorização dos conhecimentos ao ritmo de cada participante. Da mesma forma, parte da aprendizagem deve ser feita no local do trabalho.

Personalização

Programas de formação genéricos podem ser relevantes para a maior parte dos formandos, mas é inevitável que, a determinada altura, já tenham conhecimentos na área que está a ser lecionada. Noutros casos, há conteúdos que até podem ser perfeitamente irrelevantes para o desempenho do trabalho. Programas de formação que incluam um elemento de personalização – a possibilidade de escolher módulos, por exemplo, ou tarefas que possam coordenar com a rotina do escritório – maximiza o seu potencial. Quando os formandos têm a perceção de que o conteúdo é relevante para o seu trabalho, cresce a probabilidade de se sentirem mais envolvidos.

Focus na transferência da aprendizagem

Nos programas atuais de formação, é essencial assegurar que os conhecimentos e as competências são transferidos para o local de trabalho. Permite que a aprendizagem continue após o período de formação e dá a oportunidade, aos formandos, de provar que a formação os está a ajudar de forma palpável. É importante ressalvar que esta abordagem deve envolver a chefia direta dos participantes, uma vez que podem não só dar aos participantes as oportunidades para colocarem em prática as suas novas competências, como também devem atuar enquanto mentores ou coaches.

Estes três fatores fazem parte da dinâmica dos formadores da Cegoc. É por isso que estamos a ser pioneiros numa nova abordagem de formação corporativa, que coloca estes três fatores no centro dos programas de formação. A coleção #UP 4REAL® ajuda os participantes a construir as suas soft skills num ambiente perfeitamente imersivo – online, presencial e lado a lado com os seus colegas, criando o mix perfeito.

Todos os percursos de aprendizagem #UP 4REAL® são flexíveis, ao permitirem uma aprendizagem acessível em qualquer dispositivo, em qualquer altura e lugar, para que o formando desenvolva as novas competências de acordo com o seu ritmo e necessidade.

Ao longo de cada percurso, todos os participantes são acompanhados e apoiados na aplicação e implementação das novas competências no contexto real de trabalho, de acordo com as suas necessidades específicas, para melhor os preparar para os desafios de um mundo em transformação e impactar significativamente o desempenho individual e organizacional.

Estamos perante um turbilhão de mudanças profundas, aceleradas pela pandemia, pelo que é necessário estarmos à altura desta nova realidade, que implica flutuações e alterações à nossa forma de trabalhar, bem como no ambiente de trabalho, que se prevê híbrido, por via da conjugação de trabalho remoto com local de trabalho.


*Este artigo foi publicado originalmente AQUI.

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